Goiás Lidera Ranking Nacional de Educação no Ideb 2023

Estado alcança média de 4,8 e supera meta estabelecida, junto com Pernambuco e Piauí
Ronaldo Caiado - Governador de Goiás - Foto SECOM-GO

O estado de Goiás conquistou a primeira posição no ranking nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2023, com uma média de 4,8. O resultado, divulgado pelo Ministério da Educação, coloca Goiás entre as três únicas unidades da federação que atingiram a meta estabelecida, ao lado de Pernambuco e Piauí.

O governador de Goiás destacou o desempenho da rede estadual de educação, afirmando que o resultado é fruto de um trabalho contínuo e engajado. A secretária de Educação, Fátima Gavioli, atribuiu o sucesso ao investimento do governo estadual e à dedicação dos profissionais da educação.

Além do desempenho geral, Goiás também se destacou nos anos finais do ensino fundamental, empatando em primeiro lugar com Ceará e Paraná, com média 5,5. Nos anos iniciais do ensino fundamental, o estado obteve nota 6,3.

O Ideb 2023 foi baseado no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), aplicado em outubro do ano passado. As metas foram definidas individualmente para cada estado em 2015, considerando suas condições específicas. Goiás superou sua meta de 4,7, alcançando 4,8.

Para atingir esses resultados, o governo estadual implementou diversos programas educacionais, incluindo:

1. Revisa Goiás

2. Goiás Bem no Enem (GoBem)

3. Ser Goiás

4. GoiásTec

5. Bolsa Estudo

6. AlfaMais Goiás

Desde 2019, o governo de Goiás priorizou investimentos na educação, totalizando mais de R$ 7,4 bilhões nos últimos cinco anos e meio. As melhorias incluem:

– Construção e reforma de unidades escolares

– Aquisição de equipamentos e ampliação do acesso à tecnologia

– Programas de incentivo à permanência escolar

– Aumento de 300% nos recursos para alimentação escolar

– Valorização dos profissionais da educação, com formação continuada, reajustes salariais e pagamento de bônus

Em infraestrutura, foram investidos mais de R$ 1,5 bilhão na construção de 30 novos prédios, reformas em todas as instituições de ensino e implantação de sistemas fotovoltaicos e poços artesianos. O governo também investiu em tecnologia, distribuindo chips, tablets, lousas digitais e Chromebooks para estudantes.

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